Pandemia traz respiro à natureza

Vista belíssima do Pico do Jaraguá, na capital paulista, que tem registrado queda na poluição do ar de aproximadamente 30% durante o isolamento social. Crédito: Flavio Della Torre
Paisagens raras, como o fim de tarde em São Paulo desta foto, têm ocorrido em várias partes do mundo. Crédito: Flavio Della Torre

Enquanto o mundo trava uma dura batalha contra a pandemia do novo coronavírus, a natureza respira e se exibe como há tempos não se via. O distanciamento social, recurso que ajuda a frear o avanço exponencial da doença, comprometeu a economia de forma amarga.

 A súbita desaceleração das atividades comerciais e industriais trouxe, porém, um fôlego à natureza (também inesperado) que só lhe tem feito bem. Nos países em que foi adotado, o distanciamento social fez diminuir o nível da poluição atmosférica. No lugar dos horizontes cinzentos, o que se vê atualmente são paisagens raras e belíssimas.

Na Índia, por exemplo, país com 1,3 bilhão de habitantes sujeitos ao coronavírus, avistar a cordilheira do Himalaia com nitidez há anos sempre foi um desafio. Hoje, imagens límpidas correm o mundo.

Na Itália, afetada com força pelo COVID-19, a diminuição da poluição foi sentida no ar e também na água. Em Veneza, um dos principais pontos turísticos do país, as impurezas normalmente presentes nos canais locais deram lugar a águas cristalinas, para surpresa da população.

No Brasil, não tem sido diferente. A natureza tem nos presenteados com espetáculos únicos. Na capital paulista, registros da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) mostram redução na emissão de poluentes de aproximadamente 30% no período de isolamento social.

Tudo isso nos leva a pensar que neste 22 de abril, quando o Dia da Terra é lembrado mundialmente, a mãe natureza não poderia estar em melhor momento. Sabemos que esse respiro forçado passará. A esperança é de que ele sirva de inspiração a novas reflexões.

Este ano, o Dia da Terra completa cinco décadas. A partir de 1970, movimentos em favor do meio ambiente começaram a ganhar as ruas dos Estados Unidos, sob a liderança do senador e ambientalista Gaylord Anton Nelson, criador da data.   

Dois anos mais tarde, em 1972, veio a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente, na Suécia, que ficou conhecida como a Conferência de Estocolmo. Responsável pelo encontro mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU) só reconheceu a importância da data em 2009, o que mostra que o desafio continua gigantesco à humanidade.

Nesse desafio, a Tecmach tem feito a sua parte com o Projeto Terra, que há três anos trabalha a consciência ambiental e social junto à sua comunidade, estimulando principalmente os 3Rs (reduzir, reciclar e reutilizar) por meio de ações práticas e efetivas. Juntos Somos Mais Sustentáveis!

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